what image shows

Hurrydeo Beefun

Docente, investigador, coordenador, orientador e arguente e
membro/presidente de Júri de Teses
 na Universidade de Lisboa desde 1987.

Docente convidado no Instituto Piaget entre 1996 e 2000.

Doutoramento em Didactique des Langues/Cultures, na Universidade Sorbonne Nouvelle (Paris)

Mestrado em Sociolinguística, na Universidade de Lisboa.

Mestrado em Linguistique et Pédagogie du Français, na Universidade Paris X

Diploma de Estudos Avançados em Linguistique et Phonétique, na Universidade Sorbonne Nouvelle (Paris)

Licenciatura (dupla) em Lettres Modernes e Linguistique, na Universidade Paris X (Nanterre)

Sócio da APPF – Associação Portuguesa de Professores de Francês.

Coordenação de Revisão de Manuais de Francês com algumas Editoras nacionais.

Autor de publicações em livro, actas de colóquios e revistas científicas.

Palestrante em conferências nacionais e internacionais.

“Apoio a Moção “Reinventar Portugal, a ser apresentada no Congresso do PS pelo líder do Movimento Resgatar a Democracia – Daniel Adrião, por acreditarmos que nos representa num Modelo de Desenvolvimento dos quais destacamos algumas ideias, a saber:

– Promover a “pluralidade intrapartidária”: unidade na diversidade. As “críticas” devem ser entendidas como construtivas e levadas a debate (a troca de ideias só enriquece). Os autocratas são pessoas inseguras que se fazem rodear de yes men (mas também sabem que no dia da queda não contarão com a lealdade desses “parasitas”) A Liberdade de Expressão não se coaduna com o pensamento único – este é inimigo da Democracia.

– Defender Inter-relações assentes em Valores e Princípios básicos para sociedades ditas desenvolvidas, tais como: Integridade, Dignidade, Transparência, Respeito, Coragem, Delegação, Dar o exemplo, etc…

– Assegurar a Mudança do Sistema Político:
Eleições primárias para a escolha de candidatos a titulares de cargos públicos.
O cargo político deve ser encarado como uma Missão e não como um Emprego.
Acabar com a incompatibilidade entre acumulação de cargos políticos com funções privadas.
Responsabilizar as “habilidades ilegais” que resultem em “enriquecimento ilícito”, não só com a perda de mandatos, mas também com a devolução total das verbas em causa.

– Implementar um novo Paradigma Económico que promova a motivação e o compromisso dos trabalhadores quanto ao aumento de Qualificações, de Produtividade e de Competitividade. Porém, como contrapartida, a AR e o governo devem combater, com veemência, a Precariedade e os Baixos Salários que até já chegaram aos altos quadros da Função Pública – não se motiva alguém a ser funcionário público, mesmo com as remunerações auferidas no topo da carreira, para exercer funções de Médico, Juíz, Professor universitário, Deputado, Ministro, PR e outros técnicos superiores da função pública.

– Levar a debate e votação na AR, o estatuto de “crime público” para as pessoas que são vítimas de “Violência Laboral – vulgo Mobbing”, conforme já acontece para outros casos de abusos graves, como p.ex. para a “violência doméstica”, a “pedofilia” e os “maus tratos a animais domésticos”. A violência laboral, embora seja a nível psicológico, provoca sempre sérios e irreparáveis danos físicos e psíquicos que podem levar à morte, na forma de suicídios e homicídios.

– Alertar para a necessidade de se começar a debater, a nível interno e europeu, como se irá assegurar um “futuro de coabitação saudável” entre as Pessoas e a Tecnologia/Inteligência Artificial/Robótica, que não comprometa o Mercado de Trabalho perante a avidez do lucro fácil de um tecido empresarial já assente num “Capitalismo selvagem”.

– Exigir o cumprimento do Programa de Governo do PS que não tem respeitado p. ex. a recuperação de rendimentos, apesar do esforço dos parceiros parlamentares de esquerda. É imoral ter funcionários públicos com salários e carreiras congelados há quase 10 anos, quando se está reiteradamente a “cobrir buracos financeiros de entidades privadas decorrentes de manobras de corrupção” (é falsa a teoria que serão assegurados os postos de trabalho, pois a prática tem demonstrou o contrário.

– Apostar na Qualificação dos recursos humanos. Contudo, a “excelência” nunca poderá passar pela “banalização” do Ensino/Aprendizagem que só serve para aumentar os resultados estatísticos – ex. um Bacharelato não pode ser equiparado a uma Licenciatura, nem esta última a um Mestrado!

– Acabar com a tendência de “desperdiçar recursos financeiros”, provenientes dos impostos dos contribuintes, com:
Fundações privadas – devem fazer benfeitorias com património próprio
PPPs – acabar ou rever os contratos, com seriedade e credibilidade nas parcerias (a prática tem demonstrado que o privado só assume os elevados lucros e deixa para o Estado os prejuízos).

– Elaborar “OE” credíveis e sustentáveis, que assegurem e/ou melhorem os direitos básicos dos contribuintes, tais como p. ex. Saúde, Educação, Administração Interna e Justiça, deixando para os privados todas as outras áreas ligadas à Economia. Os direitos básicos não podem ser tratados como um meio de gerar lucros – a não ser por opção dos privados ricos.”

Next Post

Previous Post

© 2018 Movimento Resgatar a Democracia