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Dario F. Ruivo

Membro da Comissão Nacional do PS, estava quase a tornar-se num oficial permanente nas Forças Especiais quando numa decisão de última hora optou ao invés por se formar em Economia.

Depois de terminar seu curso em 2007 entre os melhores finalistas do curso, fez um curso de Liderança na Academia Militar, e logo depois começou a trabalhar como Consultor de Estratégia e Operações em Mercados Financeiros na Consultora GMS, empresa que resultou de um spin-off da Deloitte, e foi considerada naquele ano a 10ª melhor empresa em Portugal.

Foi conselheiro no Parlamento Europeu por 6 anos, tendo trabalhado com 3 diferentes Deputados e agora é Administrador de um Fórum Industrial no Parlamento Europeu.

É cinto castanho em Karaté e aficionado em cavalos.

Militante do Partido Socialista da Concelhia do Seixal.

“Apoio o movimento “Resgatar a Democracia” pois as chamadas “elites não estão à altura do que somos”. A citação é do Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, que afirmou há pouco tempo: “as elites portuguesas não estão à altura do povo que somos”. E como se pode facilmente constatar, o povo está mais chateado com a elite política do que com a elite económica. Nas últimas eleições americanas, até o filósofo Zizek, marxista e anticapitalista, disse (contraditoriamente) que se pudesse votaria Trump para que os partidos voltassem à origem, para que pudessem repensar e mudar algo, para provocar um despertar e colocar em marcha um novo processo político. São as ‘famílias’ de políticos profissionais, que não fizeram outra coisa na vida, que criaram fenómenos como Farage e Trump. Foram elas, que sendo coniventes com o poder económico, não permitiram a distribuição justa e por todos, do produto do sistema em que vivemos. Não acabámos com a Monarquia para ser novamente governados por ‘famílias’, é preciso refundar a República! Mas ainda assim, estas ‘famílias’ se interrogam o porquê destes acontecimentos…”

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