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Daniel Adrião

1º Subscritor da Moção “Reinventar Portugal” e Candidato a Secretário Geral

Fundador da Educanology, uma StartUp especializada em inovação educativa

Mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação, pelo ISCTE

Especialização em Gestão Cultural das Cidades, pelo INDEG

Presidente do Fórum Ibero-América – Associação para a Cooperação Ibero-americana.

Foi administrador não-executivo da Fundação para as Comunicações Móveis

Foi Administrador executivo do consórcio E-xample, focado na internacionalização de soluções de tecnologia educativa, tendo contactado com vários lideres de países latino-americanos, onde se incluem o Presidente da Bolívia, Evo Morales, o Presidente Colômbia, Juan Manuel Santos e o Presidente do México, Enrique Peña Nieto.

Foi jornalista, editor e colunista do extinto jornal Semanário, tendo sido colaborador em diversos jornais e revistas.

Foi autor de uma entrevista ao líder histórico da revolução cubana, Fidel Castro.

Em Julho de 2015 publicou o livro, que reúne um conjunto de artigos de opinião, fruto de colaborações no jornal Público e na edição online da revista Sábado, intitulado “Portugal a Meia-Haste – Os últimos dias de um Estado-vassalo”.

Actualmente membro da Comissão Política Nacional do PS.

Activista político, militante socialista desde os 15 anos.

Duas vezes candidato à liderança nacional da Juventude Socialista.

“Não tenho da política uma visão olímpica. Encaro sempre a intervenção política como um imperativo e um dever de cidadania.

Defendo uma revolução democrática, que passa por uma profunda reforma do sistema político, quer a montante, ao nível partidário, quer a jusante, no sistema de representação político.

Acredito na necessidade urgente de uma mudança do paradigma partidário, recusando todas as formas de “centralismo democrático” e defendo uma organização política construída de baixo para cima, em que os candidatos a titulares de cargos políticos são escolhidos por Primárias abertas à participação da base social de apoio do partido, designadamente militantes e simpatizantes.

Defendo ainda uma reforma da Lei Eleitoral, com a introdução de círculos uninominais e de um círculo de compensação nacional, que permita, por um lado, criar uma ligação direta entre eleitores e eleitos e por outro lado, garantir que todos os votos contam e que não há votos desperdiçados.

Foi em nome destas “bandeiras” que fui o primeiro subscritor de uma moção de estratégia política, com o título “Resgatar a Democracia”, apresentada ao XXI Congresso Nacional do PS, em Junho de 2016 e por imposição estatutária, candidato a Secretário-Geral.

E é neste mesmo contexto que serei novamente candidato ao XXII Congresso Nacional”

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