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Carlos Gordo

Empresário e gestor.

Professor em todos os graus de ensino de 1972 a 2008.

Dirigente de serviços.

Activista CDE detido em 1973/74.

Colaborador d’A Rabeca e Intervenção.

20 anos autarca.

Dirigente do MES e do PS.

Integrou o XIV Governo Constitucional.

Co-fundador da Associação para a Responsabilidade Social Empresarial.

Dirigente de ONG’s e da Associação de Comércio do Distrito de Setúbal.

Membro da Comissão Nacional do Partido Socialista.

“Desde que no já longínquo ano de 1972 comecei a ter actividade cívica sempre procurei tornar-me dispensável na mesma medida em que simultaneamente procurei o desenvolvimento e a autonomia dos meus próximos. Mas uma coisa é tornarmo-nos de mote próprio progressivamente dispensáveis outra é sentirmo-nos discriminados por silêncios cúmplices ostracizantes como vem sucedendo com cada vez maior número de militantes do PS. Constato que atitudes e práticas que nada têm a ver com o ideário socialista vêm tomando dominância no Partido Socialista por grupos de dirigentes que cada vez mais se encapsulam. Exemplo maior de tais perversões são o que designo por “gestão intencional e premeditada das necessidades e das expectativas de terceiros” ao nível de candidaturas, cargos, empregos e promoções. Há como que uma manipulação criteriosa das dependências dos outros eticamente inaceitável. Considero tais práticas assaz corrosivas e corruptoras da república e da democracia e consequentemente campo fértil para populismos e ideários totalitários. A minha adesão a este movimento faz-se na consciência que a delegação do poder pelo voto tem limites e deve ser contrabalançada por todas as práticas que favoreçam a maior participação possível que as modernas tecnologias já nos possibilitam; seja nas eleições primárias seja na implementação de sistemas eleitorais mistos onde também caibam os círculos uninominais. Um imperativo histórico ao qual não valerá a pena resistir.”

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