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Movimento Resgatar a Democracia

Manuela Rodrigues

Doutoranda em Ciências da Educação com especialidade em Literacia Digital pela Universidade Nova de Lisboa.

Doutoramento em Gestão com especialidade em Recursos Humanos pelo ISCTE (apenas concluiu a parte curricular).

Mestrado em Gestão Escolar pela Universidade Católica.

Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas (Francês e Inglês) pelas Universidades do Porto e de Lisboa.

Bacharelato em Secretariado de Direção e Assessoria.

Sócia Gerente da empresa ROD – Real Or Digital (até agosto de 2017).

Docente convidada na Universidade de Lisboa entre setembro de 2011 a julho de 2013.

Desempenhou diversos cargos no Grupo Nestlé Portugal entre 1980 e 2011.

Sócia da APG – Associação Portuguesa de Técnicos e Gestores de Recursos Humanos.

Sócia da Associação Profissional de Formadores.

Oradora convidada em vários Eventos, sobre a Formação em geral e o eLearning em particular.

Publicação de vários artigos na RH Magazine.

Entrevistas (duas) para o programa Iniciativa, da RTP2.

“Apoio a Moção “Reinventar Portugal”, a ser apresentada no Congresso do PS pelo líder do Movimento Resgatar a Democracia – Daniel Adrião, por acreditarmos que nos representa num Modelo de Desenvolvimento dos quais destacamos algumas ideias, a saber:

– Promover a “pluralidade intrapartidária”: unidade na diversidade. As “críticas” devem ser entendidas como construtivas e levadas a debate (a troca de ideias só enriquece). Os autocratas são pessoas inseguras que se fazem rodear de yes men (mas também sabem que no dia da queda não contarão com a lealdade desses “parasitas”) A Liberdade de Expressão não se coaduna com o pensamento único – este é inimigo da Democracia.

– Defender Inter-relações assentes em Valores e Princípios básicos para sociedades ditas desenvolvidas, tais como: Integridade, Dignidade, Transparência, Respeito, Coragem, Delegação, Dar o exemplo, etc…

– Assegurar a Mudança do Sistema Político:
Eleições primárias para a escolha de candidatos a titulares de cargos públicos.
O cargo político deve ser encarado como uma Missão e não como um Emprego.
Acabar com a incompatibilidade entre acumulação de cargos políticos com funções privadas.
Responsabilizar as “habilidades ilegais” que resultem em “enriquecimento ilícito”, não só com a perda de mandatos, mas também com a devolução total das verbas em causa.

– Implementar um novo Paradigma Económico que promova a motivação e o compromisso dos trabalhadores quanto ao aumento de Qualificações, de Produtividade e de Competitividade. Porém, como contrapartida, a AR e o governo devem combater, com veemência, a Precariedade e os Baixos Salários que até já chegaram aos altos quadros da Função Pública – não se motiva alguém a ser funcionário público, mesmo com as remunerações auferidas no topo da carreira, para exercer funções de Médico, Juíz, Professor universitário, Deputado, Ministro, PR e outros técnicos superiores da função pública.

– Levar a debate e votação na AR, o estatuto de “crime público” para as pessoas que são vítimas de “Violência Laboral – vulgo Mobbing”, conforme já acontece para outros casos de abusos graves, como p.ex. para a “violência doméstica”, a “pedofilia” e os “maus tratos a animais domésticos”. A violência laboral, embora seja a nível psicológico, provoca sempre sérios e irreparáveis danos físicos e psíquicos que podem levar à morte, na forma de suicídios e homicídios.

– Alertar para a necessidade de se começar a debater, a nível interno e europeu, como se irá assegurar um “futuro de coabitação saudável” entre as Pessoas e a Tecnologia/Inteligência Artificial/Robótica, que não comprometa o Mercado de Trabalho perante a avidez do lucro fácil de um tecido empresarial já assente num “Capitalismo selvagem”.

– Exigir o cumprimento do Programa de Governo do PS que não tem respeitado p. ex. a recuperação de rendimentos, apesar do esforço dos parceiros parlamentares de esquerda. É imoral ter funcionários públicos com salários e carreiras congelados há quase 10 anos, quando se está reiteradamente a “cobrir buracos financeiros de entidades privadas decorrentes de manobras de corrupção” (é falsa a teoria que serão assegurados os postos de trabalho, pois a prática tem demonstrou o contrário.

– Apostar na Qualificação dos recursos humanos. Contudo, a “excelência” nunca poderá passar pela “banalização” do Ensino/Aprendizagem que só serve para aumentar os resultados estatísticos – ex. um Bacharelato não pode ser equiparado a uma Licenciatura, nem esta última a um Mestrado!

– Acabar com a tendência de “desperdiçar recursos financeiros”, provenientes dos impostos dos contribuintes, com:
Fundações privadas – devem fazer benfeitorias com património próprio
PPPs – acabar ou rever os contratos, com seriedade e credibilidade nas parcerias (a prática tem demonstrado que o privado só assume os elevados lucros e deixa para o Estado os prejuízos).

– Elaborar “OE” credíveis e sustentáveis, que assegurem e/ou melhorem os direitos básicos dos contribuintes, tais como p. ex. Saúde, Educação, Administração Interna e Justiça, deixando para os privados todas as outras áreas ligadas à Economia. Os direitos básicos não podem ser tratados como um meio de gerar lucros – a não ser por opção dos privados ricos.”

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